2015 continua me deixando desgraçado da cabeça, e o No-Metric é um dos motivos

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Caramba! Esse ano é só alegria até agora. Não teve nenhum som novo ruim (que eu tenha escutado) até o momento, e isso é espetacular. Parte desse regozijo completo vem do No-Metric, um trio instrumental formado pelos campeões Bruno Valverde (bateria), Fernando Molinari (baixo) e Dallton Santos (guitarra).

Antes que eu comente qualquer coisa a respeito dos caras, bora curtir o clipe de Risk Factor, novo single deles. VEM, MONSTRO!

Mano, olha essa harmonia, olha essa técnica, olha essa cara de maníaco do baixista. Não tem como não ficar alucinado ouvindo esse som.
É impressionante a forma como a banda consegue desenvolver uma parada que, mesmo sendo mega complexa, consegue te entreter do começo ao fim. Esse é um feito louvável pra um grupo instrumental, pois a linha entre fazer um som divertido (e didático, pra quem é músico) e simplesmente metralhar notas tal qual um Rambo tunado é muito tênue. Performances incríveis e uma composição muito bem encaixada são méritos indiscutíveis do No-Metric.

Estou ouvindo Risk Factor em loop atualmente, e se tem algo que me vem à cabeça, fora tudo o que eu já escrevi, é um sentimento de orgulho por saber que tem gente fazendo música num nível elevadíssimo aqui no Brasil. O trabalho do No-Metric é o que você esperaria dos músicos mais competentes da atualidade, e o mais legal nisso é que estamos falando de sangue novo na cena, e não dos dinossauros já consagrados.

Tô maluco pra ouvir mais músicas dos caras. É o tipo de material que eu faço questão de divulgar (se eu tivesse um aparelho de som potente no carro, divulgaria no trânsito também, pra chocar a massa acostumada com funks e poperôs em automóveis).

Fiquei tão empolgado escrevendo essa mini resenha que vou até ouvir Risk Factor de novo aqui. Até breve, amiguinhos!

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