Crássicos: Close to the Edge, do Yes

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EU ESTOU VIVO! Apesar de já ter gente achando que eu fui atropelado por um Boeing 747, quem acompanha nossa fanpage no Facebook sabe que na verdade aconteceu algo muito parecido: começou meu TCC na faculdade. Maaaaaaaas, o ProgPizza ainda existe (sabe aquela frase que diz que “vaso ruim não quebra”?) e continuará sendo atualizado mesmo nesse momento de aflição da vida deste nobre editor. Sim, eu sei que tem o disco novo do Haken, o disco novo do Dream Theater e mais uma paulada de outros lançamentos sensacionais, que com certeza vou comentar aqui nos próximos dias.

Para me redimir do hiatus, vim trazer um dos meus clássicos favoritos, e, na minha opinião, uma das músicas que resumem o que é rock progressivo. Trata-se de Close to the Edge, do Yes, uma masterpiece conhecida (e aclamada) por grande parte dos fãs do estilo. Puxa uma cadeira aí, coloca os fones de ouvido e vem curtir esse clássico com a gente!

Como diria Goulart de Andrade, “VEM COMIGO!”

Acho um pouco injusto falar de uma música como essa numa seção com texto mais curtos, como essa dos clássicos, mas vamos lá:
O que mais acho legal em Close to the Edge é que ela tem alguns trechos que são tanto felizes quanto tristes (musicalmente falando) ao mesmo tempo. Apesar desse “efeito” não acontecer na música toda, ela é incrivelmente bem explorada no que diz respeito aos sentimentos. Não importa como você esteja se sentindo, é sempre legal ouvir Close to Edge. Você sempre vai se identificar com aquele som de uma forma ou de outra.

O feeling da voz de Jon Anderson é outra das coisas que eu mais gosto nessa suíte. A forma como interpreta cada trecho e o jeito como coloca a voz é um dos destaques, sem dúvida. A brilhante performance da banda também não pode deixar de ser citada, com harmonias precisas e alguns dos solos mais bonitos da história do Yes. É absurda a quantidade de grupos que foram influenciados pela visão musical dos caras, e nessa faixa a gente entende um pouquinho o porquê disso.

Meu trecho favorito é a segunda parte da suíte, que tem um dos experimentalismos mais bonitos que já ouvi. Já refleti sobre muita coisa ao som dessa parte. É raro encontrar uma música que você tem certeza que faria parte da trilha sonora da sua vida, e aqui o Yes certamente acertou a mão. No fim das contas, é uma suíte bem mais velha que eu, mas que permanece jovem até hoje. Coisa de gênio.

Terminando o post, queria agradecer demais o apoio dos leitores que me torraram a paciência incentivaram a continuar escrevendo mesmo com o tempo curto. Sem a galera que acompanha o trampo do ProgPizza não faria sentido continuar escrevendo, mesmo que textinhos pequenos como esse. Valeu pela força de sempre, meus caros! Até o próximo post 😉

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