Daniel Piquê: Arrepiando com Old Boy

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Assustei quando me falaram que o novo single do Daniel Piquê, Old Boy, tinha sido lançado há algumas semanas. Fui correndo ouvir e… pera lá, vâmo fazer assim: ouve primeiro aí e depois a gente troca ideia, beleza?

Sente o naipe:

O Piquê sempre aparece aqui no ProgPizza a cada single lançado, e eu até poderia dizer que é por puxa-saquismo ou por camaradagem, mas não. A cada música o cara se supera num nível hard mesmo. Aos poucos o Daniel tá se tornando um daqueles artistas que a gente ouve um material novo já sabendo que vai gostar do resultado, e isso é um status pra bem poucos (você que é fã de uma banda que sempre acerta a mão, sabe do que eu tô falando).

Old Boy segue a mesma linha de raciocínio de algumas das minhas músicas favoritas do Piquê. Uma excelente ideia, timbres escolhidos a dedo e variações fantásticas em cima daquele tema style. Pode soar repetitivo e feito tudo na mesma forma de bolo, mas passa longe disso. Sabe aquelas músicas do Michael Jackson que você acha sensacionais? A “lógica” (acho esse termo é meio ofensivo quando falamos de criatividade) é a mesma.

Além do Daniel Piquê, Old Boy conta com um timasso (no naipe do meu glorioso Palmeiras de 94): Billy Sheehan (baixo), Virgil Donati (bateria) e Fábio Laguna (teclado). As artes ficaram a cargo do Gustavo Sazes, que, pra dizer o mínimo, fez um trampo à altura da música. Não consigo imaginar outra capa pra esse single que ficasse tão boa quanto essa.

Se você não conhecia o trabalho do Daniel Piquê, te aconselho fortemente a pesquisar sobre o cara. Sua cabeça vai explodir.

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