Pizzada com César Ricky, do Tehilim

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Olá, amigos! A Pizzada de hoje é com um guitarrista que eu gosto pra caramba. O Ricky, além de jornalista e músico freelancer, é o fundador do Tehilim Celtic Rock, uma banda com fortes influências da cultura celta. Nessa entrevista nós falamos um pouco sobre carreira, história da banda e o conturbado mercado da música atual. Puxa uma cadeira e vem comer um lanche com a gente!

Rafa (ProgPizza): Olá, Ricky! É legal pra caramba ter sua presença aqui no blog! Antes de qualquer pergunta, gostaria que você indicasse uma música pra galera ouvir enquanto lê nossa conversa.

Ricky: Eu quem agradeço!
Gosto muito desses bate-papos, sempre são muito legais. Uma música que indico é With All My Soul, do nosso último CD.


Rafa: Queria começar falando um pouquinho sobre o início de tudo. Como você começou na música e o que te inspirou no começo dos seus estudos pra você seguir a carreira que tem hoje?

Ricky:Meu pai sempre foi o meu maior incentivador na música, mesmo ele não tocando nada. Aos cinco anos ganhei uma bateria, mas não fui pra frente. Com oito anos, fui fazer aula de teclado, mas também não rolou.

Com onze anos, minha avó me deu um violão velho, vermelho e preto que existe até hoje na casa da minha mãe. Meu pai me colocou para fazer aula num conservatório. Mas eu lembro que eu queria guitarra, e na época os professores costumavam dizer que primeiro você tinha que tocar violão para depois ir para a guitarra, então, meu pai comprou essa ideia. Isso me fez desanimar um pouco.

Com 16 anos, onde eu já tinha um gosto musical mais bem formado e tinha muitos amigos músicos, meu pai me deu uma guitarra. Foi a realização de um sonho, até porque três meses depois eu já estava fazendo parte da minha primeira banda.

Em 1993 os professores não eram tão preparados quanto hoje. Não existia revista de guitarra, conseguir métodos atualizados era super difícil. As revistas eram revistinhas de cifras e tudo tinha que ser na base do ouvido. Mas era MUITO mais divertido do que hoje, onde tudo é muito fácil, rápido, simples e sem alma.

Fiquei um tempão estudando com um professor fã de Pink Floyd, mas quando eu levava umas coisas mais complicadas para ele me ensinar, ele não sabia. O lado bom, foi que aprendi ler partitura.

Fiquei uns sete anos como autodidata e percebi que precisava de um professor de música. E foi quando eu fui estudar fusion e alguma coisa de country. Fiquei estudando com um excelente professor por cinco anos. Até hoje estudo, tenho muitos métodos que importei, muita coisa de jazz, de celta, fusion, country. Não consigo passar um dia sem estudar guitarra e violão.

Sempre acho que música, mais do que uma decisão profissional, é uma paixão que você leva para a vida toda.

Rafa: E o começo do seu trabalho no Tehilim? Qual foi a ideia que deu origem ao trabalho e como foi pra vocês tirar as ideias do papel?

Ricky: Eu e a Jackie (minha esposa) gravávamos para muita gente e tocávamos com muita gente. Um dia resolvemos que seria interessante mostrar a nossa cara, com as influências, aquilo que nos unia.

Tirar as ideias do papel não foi difícil. Como já estávamos acostumados a gravar em estúdio, o processo foi relativamente simples. No começo cheguei a escrever partituras dos riffs dobrados entre tinwhistle (flauta celta) e guitarra. Mas com o tempo, a Jackie se mostrou uma excelente improvisadora. O que ajudou muito no primeiro CD, foi que tivemos a parceria de um grande amigo de Belo Horizonte, o Alexandre Rodarte, que é um tremendo produtor musical e que entendeu perfeitamente a nossa proposta.

No começo não tínhamos a menor intenção de fazer do Tehilim Celtic Rock uma banda, só queríamos fazer um CD sem pensar até mesmo na continuidade do projeto. Mas muitas pessoas com quem tocávamos curtiram o projeto e começaram a nos dar espaço para tocar. A coisa acabou fluindo naturalmente, tocávamos com amigos e mostrávamos nosso trabalho e assim divulgávamos nosso som.

Só que chegou um ponto onde sentimos a necessidade de ter uma banda para fazermos o que estava gravado no CD. E a partir desse momento nos assumimos como banda.

Rafa: Quem ouve o Tehilim percebe que você gosta de experimentar muita coisa na guitarra e nos violões, sejam técnicas, efeitos ou escalas. Como é seu processo de escolha pra essas coisas na hora da gravação?

Ricky: Se você pegar do primeiro CD até o mais recente lançamento, vai perceber que eu deixei a parte de “inventividade” com efeitos no primeiro CD e passei a usar a técnica nos outros trabalhos. Também é possível notar que o violão ganhou mais espaço conforme o tempo, até mesmo pela enorme influência de folk/country que tenho.

Sou um cara que tem poucos efeitos no set up, gosto de tudo mais simples. Basta ter Overdrive, delay, wha e o compressor, o resto é na mão.
Não sou o tipo do músico que pensa em qual escala vai usar para uma determinada parte de um solo, prefiro ser espontâneo, se soar bem é o que vale. Gosto muito de uma frase do Scott Henderson onde ele diz que estudamos para aprender, mas na hora de tocar você não pode pensar no estudo, tem que deixar a música fluir naturalmente. Considero isso uma verdade, pois se você gasta tempo estudando todo aquele conhecimento e técnica já está dentro de você.

Com exceção desse último CD (Back to the New), em todos os outros fiz os solos de improviso, justamente por gostar dessa naturalidade. No “Back tothe New”, como a proposta era fazer algo mais “acessível” aos ouvidos, planejei e estudei todos os solos antes de gravar. E vou ser honesto, foi muito desconfortável para mim, mas valeu a experiência e vi que é possível conciliar os dois métodos.

Rafa: Durante os 4 discos do Tehilim houve uma mudança muito grande no som. O primeiro era experimental pra caramba e quase que 100% instrumental. Em Back to the New a gente pode ver um contraste (que já veio acontecendo aos poucos nos dois discos anteriores), com músicas “letradas” e mais digeríveis para o público em geral. De onde veio essa necessidade de ir encaixando cada vez mais letras nas canções?

Ricky: Eu acho que todo músico passa por dois processos: o de amadurecimento e o de criatividade.

Gosto muito de música instrumental, acho um estilo muito da alma. Mas a verdade é que em nosso país quem consome esse tipo de música é o próprio músico. São raras as pessoas que gostam de música instrumental e não tem nenhuma ligação com música ou com arte de uma forma geral.

Não existe músico que não sonhe com que seu trabalho chegue ao maior número de ouvidos possíveis. E por esse motivo vejo que a criatividade se alia ao amadurecimento e passe por um efeito “camaleão”.

No Tehilim Celtic Rock acontece exatamente isso.
Eu adoro cantar, e muitas músicas só podem ser definitivamente expressas se for através do vocal. Quando você compõe uma música com vocal ela praticamente surge pronta, porque quem dita o caminho por onde ela vai seguir é a voz. No caso de uma música instrumental, você precisa pensar nos arranjos para que eles façam a música ter sentido sem se tornar algo maçante e enjoativo. Mas pensar nesse processo instrumental (ainda mais para um estilo como o nosso) é desgastante e trabalhoso.

No fundo, no fundo, acho que eu mesmo comecei a achar que se continuássemos seguindo por um caminho inteiro instrumental, soaríamos repetitivos. Porque isso acontece até mesmo com muitas bandas de jazz.

Mas isso não significa que num próximo trabalho não tenhamos músicas instrumentais novamente. A única coisa, é que dificilmente seremos novamente uma banda 100% instrumental, acho que nosso caminho ficará entre 80% vocal e 20% instrumental.

Rafa: O som da banda é carregado de influência da música celta. Como você conheceu essa cultura e o que mais te chamou a atenção?

Ricky: Em 2001 eu trabalhava numa redação internacional de um grande jornal de São Paulo. Lá, eu tinha um editor que estudava gaita-de-foles. Um dia esse cara me mostrou um CD acústico do The Corrs. Achei lindo, mas não dei a maior atenção.

No final daquele ano, eu e a Jackie nos casamos e fomos para Israel. Lembro que estávamos numa cidade chamada Naharya quando vimos um especial do The Corrs. Ficamos malucos com aquilo!

Naquela época, a Jackie era flautista de uma orquestra protestante e eu tinha uma banda de fusion com world music (fazíamos um som com influência de Dave Matthews Band, Santana, SpyroGyra, Frank Gambale). Quando conhecemos aquele estilo de música encontramos um ponto de contato para nos unir, até porquê, as melodias e a atmosfera celta são lindas e é um estilo de música que tem muita facilidade para mesclar com o rock, metal, country e o pop.

Voltamos ao Brasil encantados, e corri comprar um CD do The Corrs. A Jackie queria muito tocar tinwhistle, mas era complicado encontrar o instrumento por aqui. Até que um dia estávamos passando na Teodoro Sampaio (famosa rua de instrumentos musicais de São Paulo) e encontramos para vender em uma loja por R$ 25,00! Hahahahahah!

Depois disso importei métodos, songbooks, DVDs e CDs de música celta. Eu gastava horas lendo as partituras de tinwhistle e passando para a guitarra para entender a funcionalidade da música. Foi bem legal essa entrega que fizemos e ainda fazemos até hoje.

Rafa: Outra coisa bacana sobre o Tehilim é a forma como vocês fazem os shows. Em vários casos vocês tocam com a banda completa, mas também tem apresentações em duo. Como você e a Jackie preparam o setlist e o que você mais sente de diferente nesse formato de show?

Ricky: Ter a banda completa é sempre mais simples, desde que tudo esteja milimetricamente ensaiado (ainda mais para o nosso tipo de som). Tocamos com diversos músicos, todos excelentes, mas por três anos ficamos com uma mesma formação. Isso foi ótimo porque o entrosamento já estava num nível muito bom, improvisávamos o quanto queríamos e sabíamos a hora certa de acabar.
Só que manter uma banda – ainda mais quando eles são contratados – não é algo tão simples. Tem que pagar os músicos (e muitos que tocaram conosco encararam paradas onde nenhum de nós recebia um tostão), administrar hospedagem, alimentação, transporte, ensaio… é trabalhoso, mesmo quando o resultado é ótimo.

Tocar em duo nos faz voltar às nossas raízes. O Tehilim Celtic Rock começou num duo no escritório de nossa casa, somente eu, a Jackie e nossos instrumentos. Preparar um set list para o duo é complexo, mas tem vantagens e desvantagens. Primeiro: músicas mais complexas onde toda a banda tem o mesmo nível de responsabilidade torna-se complicado para adaptar em duas pessoas. Segundo: podemos tocar as músicas mais celtas, mais tradicionais e mais folk com maior esponteiniedade.

Eu não abro mão de usar a guitarra quando saímos em duo, por isso acabo usando um pedal Boss Loop Station, onde deixo a base do violão gravada para soltar nos momentos de dobras de riffs entre guitarra/tinwhistle e nos solos.

Nesse atual momento estou privilegiando as apresentações em duo por diversos motivos. É mais fácil de administrar e de ensaiar, podemos tocar em lugares menores (que eu prefiro) e podemos aceitar mais convites onde não precisem pagar o valor de uma banda inteira.

Eu planejo gravar um próximo CD nesse formato duo. Não sei se seria de músicas inéditas ou de releituras de músicas que já gravamos.

Rafa: Ultimamente você tem conseguido uns patrocínios bem legais. Fala um pouco pra gente sobre como você conseguiu esses apoios pro teu trabalho.

Ricky: Na verdade não são patrocínios, são parcerias.

A Walczak (guitarras) é uma empresa que tenho contato há um bom tempo. Em 2012 eu estava precisando de uma strato e entrei em contato com eles. Como tenho uma certa amizade com o pessoal e sempre recomendei o instrumento deles, em troca eles ofereceram divulgar meu trabalho no site deles.

A White and Green, que faz pedais e amplificadores artesanais, foi uma empresa onde eu trabalhei fazendo assessoria de imprensa no ano de 2011. Só que eu fiquei muito impressionado com a qualidade do produto deles, pois é muito bom. Mesmo não trabalhando mais com eles, continuo usando e recomendo. Por fim, sobrou uma boa amizade entre eu e o André Martinis (dono da empresa).

Algumas pessoas chamariam esse tipo de relacionamento que tenho com essas empresas de endorse,mas isso não é endorse. Com esses eu tenho amizade, mas os divulgo da mesma maneira que divulgo concorrentes deles que eu considero fazer um bom trabaho.

Endorse significa não só usar uma marca que te contrata como também ser pago para isso. E na menor das hipóteses, pelo menos poder receber os instrumentos ou equipamentos gratuitamente, sem ter que desembolsar uma parte em dinheiro. E claro, dessa forma, você tem que ser fiel e divulgar a marca que te contrata, porque certamente ela vai se esforçar para divulgar você.

Rafa: E sua playlist? O que você tá ouvindo ultimamente?

Ricky: Tenho ouvido muito o Mumford& Sons, que fazem um folk sensacional. Shane&Shane, que são dois irmãos que fazem um folk rock e cantam muito bem. Também estou numa fase meio “retrô” de hard rock farofa! Hahaha! Ando ouvindo muito Winger, SkidRow (os quais a Jackie conheceu pessoalmente, nos EUA, quando tinha 15 anos de idade, hahahah!!), Whitesnake, Coverdale& Page, Journey e Van Halen (sempre, Van Halen).

Rafa: Sei que você é um cara com uma opinião bem peculiar sobre o mercado da música. Como você acha que será o futuro da música não apenas na sua distribuição mas no jeito de se compor e criar novas coisas?

Ricky: Esse é um assunto do qual gosto de falar, pois acho que o presente já está mostrando o que podemos esperar do futuro.
Sobre o processo de composição e criação acho que hoje em dia existem diversas facilidades digitais para isso. São inúmeros softwares que ajudam a “montar” uma música. As baterias eletrônicas, os loopings, samplers e programações praticamente já colocam uma “música pronta” para a sua ideia. Até mesmo a facilidade que se tem em gravar uma ideia no notebook, tablet ou smartphone ajuda muito.

Tudo isso é muito bom, mas ainda acredito no processo tradicional de composição. Pegar o violão, sentar ao piano e coisas desse tipo. Gosto da facilidade de gravar uma ideia que surge, mas sempre penso que uma boa ideia de música não vai embora da sua cabeça, mesmo que você não grave. Mas é claro que gravar ajuda.

O lado negativo da composição atual é que as facilidades tornaram a música muito chata. Tudo está tão na mão que as músicas soam muito iguais umas das outras. É diferente de você pegar o último álbum do Van Halen (A Different Kind of Truth), onde eles reaproveitaram músicas que compuseram em 1978, e comparar com as bandas atuais que lançam um álbum por ano.
As facilidades de composição, na maioria das vezes, fazem com que o processo de 10% de inspiração e 90% de transpiração, desapareça. Pois quase ninguém quer gastar tempo compondo uma música e montado seus arranjos no instrumento ou numa partitura.

Sobre a distribuição da música, acho até mais complexo.
Em 2011 tive o privilégio de fazer parte do Comitê Seletivo do Grammy Latino. Cheguei lá com uma imagem e saí assustado. Foi uma experiência jóia pelo fato de fazer parte de algo importante como o Grammy, mas assustadora por ver como os produtores musicais, empresários e “críticos” (que de críticos não têm nada e mal sabem história da música contemporânea) enxergam a música. Tudo é um produto onde o que vale é o dinheiro investido para que o retorno seja garantido. A qualidade de um trabalho, a criatividade, e o talento não são considerados porque ali o interessante é o business.
Depois dessa participação que tive saí de lá pensando em mim como músico. Pensando qual seria o meu lugar nisso tudo e se eu teria um lugar nessa história. Depois disso, me deparei com amigos músicos que tem trabalhos que eu admiro, e que são músicos infinitamente melhores do que eu, e que sei que nunca teriam espaço num Grammy ou no mercado atual por causa da maneira que é o mercado da música é hoje.
Desses amigos, conheço alguns que literalmente se venderam. Mudaram sua música (o que não considero um erro), mas mudaram principalmente suas opiniões, apenas para fazer parte desse mercado do qual eles nunca teriam espaço se continuassem com suas opiniões verdadeiras.

Acho estranho a forma de como algo cai no gosto popular hoje em dia, até porque, o gosto popular não serve mais de parâmetro, pois ele é completamente nivelado por baixo. Músicas que exigem um pouco mais atenção para serem digeridas não tem seu espaço, apenas em “guetos undergrounds” (leve em consideração que essa sugestão de underground que faço aqui não é especificamente para o rock).

Veja que interessante. O Myles Kennedy, que é o vocalista do Slash, só se tornou conhecido por causa de quem é o Slash e por sua história com o Guns’n’Roses. Mas ele tem uma banda sensacional, que é o Alter Bridge, que não é tão popular assim. É engraçado você observar uma banda como o Alter Bridge, que é uma das melhores que surgiram na última década, quase ser desconhecida no mundo todo e saber que o seu vocalista só conseguiu visibilidade porque foi tocar com alguém que faz parte da história da música contemporânea.

Infelizmente os artistas estão entregues ao acaso. Se o acaso cooperar, uns 5% dos bons artistas serão reconhecidos, mas os outros 95% serão completamente esquecidos nos arquivos digitais, MySpaces, NoiseTrades e SoundClouds da vida.
Certamente todos terão seus pequenos bytes de fama, mas pouquíssimos terão sucesso.
Portanto, o melhor a fazer é curtir e distribuir seu som para o SEU prazer, sem criar esperança de que um dia algo realmente vai funcionar.

Pode ser um pensamento pessimista, mas é realista. Não estou dizendo para perder a paixão, apenas não crie falsas esperanças e deposite seu futuro nisso. Se tudo tiver que acontecer, acontecerá.
Como diz meu pai, o que tem que ser seu, será.

Ping-pong frenético:
Uma banda: Van Halen (mas o Dream Theater segue na cola)

Um filme: Um Homem de Família

Um sabor de pizza: Marguerita

Um artista celta: The Corrs (é um pop rock irlandês com influência celta)

Um artista brasileiro: Paralamas do Sucesso (foi o melhor show que já fui na vida)

Um ano da sua vida: Todos

Um ano que você gostaria de ter vivido: Queria ter vivido numa época de Willian Walace, Robin Hood, nesses tempos medievais onde eu poderia sair com um arco e flecha e ninguém reclamaria!

Uma música do Dream Theater: Silent Man, justamente porque é diferente de tudo o que eles fazem.

Uma música sua: The Oldest Book

Rafa: É isso, Ricky! Muito obrigado por ter aceito meu convite pra entrevista. O espaço é seu pra dizer o que quiser pra galera.

Ricky: Valeu demais esse bate-papo, foi muito bacana e descontraído.Que a galera que estiver acompanhando o blog e lendo a conversa curta bastante e entenda que algumas visões que passo sobre a música e o mercado musical não são pessimistas, apenas realidades de quem tem vivido algumas coisas.
Que Deus seja o norte da bússola de cada um sempre guiando planos e sonhos!

E baixem nossos quatro CDs gratuitamente. Pode ser em nosso site (www.tehilim.com.br) ou nos links abaixo:

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  • Fabio Cavalcanti

    Uma música sua: The Oldest Book gosto muito, uma linda homenagem ao SENHOR Jesus!.