Review: Breaking Brain, do Panzerballet

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O Panzerballet é uma banda diferente de muita coisa que eu já ouvi. Eles são da Alemanha e misturam jazz (das mais variadas vertentes), prog e uma porrada de maluquices. O disco mais recente deles, Breaking Brain, é uma das coisas que mais estou ouvindo esses dias, então é claro que eu não poderia deixar de trazer o som dos caras aqui pra vocês.

Breaking Brain tem tantos atrativos que é muito fácil se perder pelo álbum e querer aproveitar cada pedaço. Além da musicalidade afiada da banda e das composições super bem trabalhadas, há uma veia cômica nas músicas que torna o trabalho em algo muito diferente do esperado pra uma banda com as características que eu citei até agora. É a primeira vez que ouço, por exemplo, uma banda pesada com saxofone, mas não um solo ou participação, e sim como parte integrante do som ao decorrer de todo o trampo. Achei isso fantástico!

Além de referências a clássicos como Pantera Cor-de-Rosa, a banda tem suas próprias maluquices, como a música Typewritter II, que possui uma rítmica imitando uma máquina de escrever.

Toda essa mistura permite ao Panzerballet agradar a fãs de diferentes estilos de música, apesar do som ser mais puxado pro peso. Se você curte timbres mais leves, vai achar o que te agrade. Se gosta de velocidade, também, e por aí vai. Breaking Brain tem várias surpresas entre as faixas, e acho legal eu não dar spoiler de todas pra você poder aproveitar melhor a experiência que é conhecer essa banda sensacional.

Os destaques, na minha opinião, ficam com Typewritter II, Mahna Mahna, Smoochy Borg Funk e Shunyai.

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