Sweet Nothings, o parkour musical do Plini

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Conheci o Plini durante o hiatus do Progpizza e fiquei maluco com a musicalidade do cara (sim, é uma pessoa só que compôs e gravou praticamente tudo no álbum). Gosto dessa coisa de Do It Yourself, porque mostra um comprometimento gigante do músico com seu trabalho. A primeira coisa que eu ouvi foi o Sweet Nothings, a segunda parte de uma trilogia de EPs.

O EP Sweet Nothings, disponível aqui para download gratuito (mas que você também pode pagar o quanto quiser), mesmo sendo um trampo bem curto, ampliou bastante meus horizontes de música instrumental. Foi uma descoberta e tanto!

No caso do Plini, é marcante não só a coisa do comprometimento (que eu tava falando lá em cima) mas a genialidade deste doutor da alegria. As ideias todas são muito bem fluidas, e isso somado com a escolha excelente dos timbres tornam Sweet Nothings numa ótima pedida pra quando você quer relaxar ou precisa de inspiração.

Aqui você pode ouvir o streaming do EP completo. É curtinho e realmente vale a pena conhecer. Saca só:

Uma coisa legal de reparar é que apesar dos trechos mais técnicos serem impecáveis, eles são muito subjetivos. O carro-chefe é o feeling, que te proporciona uma experiência musical fantástica. Se você tem bons fones de ouvido, Sweet Nothings é um ótimo motivo pra usá-los. Cada uma das 4 músicas é uma obra com características bem marcantes, e eu sugiro que você revisite cada uma delas depois da primeira escutada pra poder sacar cada detalhe.

Não posso esquecer de citar as escolhas inteligentes nas linhas de cada instrumento. Tenha certeza que é uma experiência diferente cada vez que você ouve o EP prestando atenção em um instrumento diferente.

Minhas favoritas são Tarred & Feathered e a faixa-título.

Se você, assim como eu, gostou pra caramba e quer comprar as músicas (apesar de também poder baixar gratuitamente), pode visitar o Bandcamp do Plini.

E não esqueça de visitar e curtir o Plini no Facebook.

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